A respiração para tocar instrumentos de sopro

A respiração é o combustivel para quem toca um instrumento de sopro. Para que o instrumentista possa atender à exigência de ar necessária para tocar, será de grande beneficio que esse instrumentista tenha noção da fisiologia da respiração, que haja concientização sobre a importância em realizar exercícios respiratórios e que se pratique esses exercícios como parte da rotina diária dos estudos com instrumento. Tendo como pilares os renomados professores Arnold Jacobs, com sua filosofia Song and Wind e, Kristian Steentrup e seus ensinamentos em Teaching Brass, foi possível discorrer sobre a filosofia da respiração, apresentando o sistema respiratório e a musculatura envolvida no ato de respirar, chamar a atenção para a necessidade de praticar exercícios de respiração de forma que essa musculatura seja trabalhada e fortalecida, compilar alguns exercícios para a prática diária da respiração, bem como sugerir o uso de aparelhos incentivadores respiratórios como alternativa para a realização dos exercícios.

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O Trompete

O trompete está à parte de todos os outros instrumentos musicais pelo esplendor de seu som. Até mesmo nos tempos primórdios serviu como um instrumento sinalizador, porque seu som podia ser ouvido a uma grande distância. Logo teve associações militares e depois, religiosas. No Velho Testamento o trompete era reservado para os profetas. Em Números cap. 10 nós lemos: O Senhor disse a Moisés, “faça duas trombetas (trompetes) de prata batida a fim de usá-las para reunir a comunidade e para dar aos acampamentos o sinal para partirem”.
O trompete foi considerado como um instrumento sagrado. Os líderes de igreja associaram o som do trompete com as vozes dos anjos ou com a voz de Deus. Durante a idade média, trompetistas entraram no serviço de potentados e logo se tornaram um atributo da glória deles. Em 1768 Hiller escreveu: ' Um evento solene em igreja ou estado quase não pode ser celebrado sem o som de trompetes e kettledrums'.

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A História do Trompete (por Fábio Simão)

Desde a pré-história até a Idade Média, o trompete assumiu importantes funções dentro da sociedade. Ora em certas tribos aborígines sendo parte de ritos religiosos com a função de espantar os espíritos maus, ora nas civilizações como um instrumento de sinalização colocado às portas das cidades para alertar quanto à aproximação inimiga ou à presença de incêndios ou outras catástrofes. Mais importante ainda que essas duas foi a nova função artística conquistada pelo trompete durante o século XVII, quando passou a integrar as orquestras das cortes e a compor, principalmente no período barroco, a chamada alta musica. Durante toda a sua história, o trompete esteve divido entre essas duas naturezas: uma mais prática, relacionada às suas funções de sinalização, e outra mais nobre, relacionada a uma concepção artística.

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